
Arlette Pinheiro de Monteiro Torres. Com esse nome, um dos maiores nomes da dramaturgia brasileira passaria despercebido. Nascida no subúrbio do Rio de Janeiro, Arlete preferiu aderir ao pseudônimo de Fernanda Montenegro: o primeiro porque, de acordo com ela, tinha uma sonoridade que remetia aos personagens dos romances de Balzac ou Proust; o segundo, ela “herdou” de um médico famoso por realizar ‘milagres’. Assim nasceu Fernanda Montenegro.
A relação com a mídia brasileira teve início antes mesmo dos 20 anos, quando começoua trabalhar nas rádios como locutora e, mais tarde, fazendo traduções e adaptações de peças literárias para o formato de radionovelas, e atuando coomo "radioatriz".
O amor pelo teatro surgiu a partir da primeira peça, “Alegres canções nas montanhas”, em 1950, onde atuou ao lado do marido, Fernando Torres. Ainda nestes anos, atuou pela primeira vez em TV, em programas de teledramaturgia policial.
Ainda na década de 60, Fernanda participou de mais de 170 episódios do programa “Grande Teatro Tupi”. Em 1964, a jovem atriz estreou no cinema brasileiro, atuando no filme “A Falecida”, de Nelson Rodrigues, sob a direção de Leon Hirszman. Mas foi em 1979 que teve início o grande reinando de Fernanda Montenegro na televisão brasileira.
A partir daí, estão em seu currículo alguns dos grandes sucessos da TV, como: Baila Comigo (1981), de Manuel Carlos; Guerra dos Sexos (1982), de Gilberto Braga; Rainha da Sucata (1990), de Sílvio de Abreu; Renascer (1994), de Benedito Ruy Barbosa; Zazá (1997), de Jorge Fernando; entre outros.
No cinema, o auge da atriz veio com o filme “Central do Brasil”, de Walter Salles. A produção brasileira recebeu a indicação ao Oscar, ao Globo de Ouro, ao Urso de Prata, na categoria de Melhor atriz, além de garantir o título na mesma categoria no festival de Havana. Além dessas, o currículo de Fernanda Montenegro conta com várias outras indicações e prêmios garantidos por seu talento.
Diante de toda sua grandiosidade, Fernanda ainda se considera convencional. “Pertenço a uma geração não romântica, sem vedetismos. Não gosto de intérprete que só trabalha quando o centro do palco é seu. Também odeio elencos subservientes. Gosto de trabalhar com atores potentes, que participam do ritual, livres da competição destruidora”.
E o apelido "rosto de borracha", surgiu por conta de sua versatilidade e capacidade de adaptar-se aos seus personagens com facilidade, por mais desafios que isso pudesse representar.
Mais um exemplo de mulher, para as mulheres desse mundo.
A relação com a mídia brasileira teve início antes mesmo dos 20 anos, quando começoua trabalhar nas rádios como locutora e, mais tarde, fazendo traduções e adaptações de peças literárias para o formato de radionovelas, e atuando coomo "radioatriz".
O amor pelo teatro surgiu a partir da primeira peça, “Alegres canções nas montanhas”, em 1950, onde atuou ao lado do marido, Fernando Torres. Ainda nestes anos, atuou pela primeira vez em TV, em programas de teledramaturgia policial.
Ainda na década de 60, Fernanda participou de mais de 170 episódios do programa “Grande Teatro Tupi”. Em 1964, a jovem atriz estreou no cinema brasileiro, atuando no filme “A Falecida”, de Nelson Rodrigues, sob a direção de Leon Hirszman. Mas foi em 1979 que teve início o grande reinando de Fernanda Montenegro na televisão brasileira.
A partir daí, estão em seu currículo alguns dos grandes sucessos da TV, como: Baila Comigo (1981), de Manuel Carlos; Guerra dos Sexos (1982), de Gilberto Braga; Rainha da Sucata (1990), de Sílvio de Abreu; Renascer (1994), de Benedito Ruy Barbosa; Zazá (1997), de Jorge Fernando; entre outros.
No cinema, o auge da atriz veio com o filme “Central do Brasil”, de Walter Salles. A produção brasileira recebeu a indicação ao Oscar, ao Globo de Ouro, ao Urso de Prata, na categoria de Melhor atriz, além de garantir o título na mesma categoria no festival de Havana. Além dessas, o currículo de Fernanda Montenegro conta com várias outras indicações e prêmios garantidos por seu talento.
Diante de toda sua grandiosidade, Fernanda ainda se considera convencional. “Pertenço a uma geração não romântica, sem vedetismos. Não gosto de intérprete que só trabalha quando o centro do palco é seu. Também odeio elencos subservientes. Gosto de trabalhar com atores potentes, que participam do ritual, livres da competição destruidora”.
E o apelido "rosto de borracha", surgiu por conta de sua versatilidade e capacidade de adaptar-se aos seus personagens com facilidade, por mais desafios que isso pudesse representar.
Mais um exemplo de mulher, para as mulheres desse mundo.
